Se pegarmos todos os modelos de processo de desenvolvimento de software como os propostos pela IEEE 12207, RUP, Open UP entre outros citam uma fase de Design ou Projeto de Software.
Esta fase é responsável por desenhar a solução que será desenvolvida, facilitando assim a compreensão e a comunicação entre os participantes dos projetos.
É comum associar esta fase a notações gráficas, como a UML, mas seria esta a única opção?
É isto o que venho estudando e escrevendo para minha monografia. Minha proposta é demonstrar um modelo de processo de software que não usa notações gráficas em nenhuma das atividades de Design.
Mas se não teremos diagramas teremos o que?
É este material que estou juntando agora. Existem diversas técnicas de design utilizadas por metodologias ágeis como o XP (Xtreme Programing) que propõe uma abordagem de Design Emergente, que é gerado e refinado a partir do código fonte.
Exemplos destas técnicas, e altamente interligados estão o Test Driven Development ou o Test First, em que eu construo o código, e a partir dele o design, baseando-se em testes integrados.
Aliados ao TDD temos o Refactoring que é a simplificação do código ao máximo, tornando-o mais coeso e baixando cada vez mais seu acoplamento até que o código se torne altamente simples e auto entendivel.
Como coloquei no post de abertura do blog conforme for evoluindo meu trabalho irei compartilhando com voces os resultados das minhas pesquisas.
ATé a próxima!
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